quarta-feira, 23 de julho de 2008

Hitler

Assisti há um tempinho no Animania um banner interativo a respeito de Hitler... De Eduardo Tavares e William Cogo.
Vale muito a pena conferir e interagir... É só clicar no link abaixo e colocar pra visualizar em tela inteira pra você poder interagir...

Um Mundo Melhor

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Memórias de uma Velha Infância...


A infância de “antigamente” é tão diferente da infância atual...
Que saudades daqueles tempos...
Infância era brincadeira no pátio, soltar pipa, jogar bolita e pular elástico.
Infância era “bolinho de barro”, brincar de “Pega Varetas”, de bonecas e carrinhos, desenhar com giz de cera em dias de chuva.
Infância era assistir Jaspion, Bozo, Vovó Mafalda, Chaves, Chapolim e Castelo Rá Tim Bum. Era assistir desenhos realmente feitos para crianças. (Uma lista bem extensa de desenhos!)...
Infância era subir em árvores, jogar bola no meio da rua, era fazer manha e tentar esconder a “arte”.
Infância era ir dormir mais cedo, era não ter acesso a algumas programações “impróprias”.
Infância era fazer aniversário e passar o dedo no bolo, tomar banho de chuva, inventar músicas e histórias absurdas..
Era “roubar” flor em pátio alheio e frutas no caminho da escola.
Infância era a escola e o arroz de leite servido na hora da merenda... Quem não lembra do famoso arroz de leite das escolas de Taquari? Era esquecer que tinha prova. Era brigar com os colegas e fazer as pazes em poucos minutos. Era ter mais tolerância..
Infância era ter longos e importantíssimos momentos de reflexão sobre o futuro. Ser professor ou astronauta? Veterinário ou médico? Cientista ou dentista?
Que saudade daqueles tempos... Ah se soubéssemos como era bom sermos simplesmente crianças! Não tentaríamos pular etapas nem esperaríamos crescer mais depressa.
Hoje a infância é outra. Os brinquedos são outros. Os tempos são outros. As brincadeiras hoje consideradas ultrapassadas, foram substituídas pela impessoalidade dos computadores e da internet. O jogo na rua com os amigos foi substituído por games e conversas em celulares. A infância de outrora foi substituída por uma nova. É uma pena... Me pergunto o que terão para lembrar...

Crescemos e desaprendemos tanta coisa!
Crescemos... e para levar a vida com mais leveza,
temos que voltar a ser criança todos os dias...


Artigo Relacionado: Velha Infância


O que você lembra? Do que mais tem saudade? Vamos pôr as nossas lembranças aqui! Comente! Participe!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Da velhice

Eventualmente faço caminhadas e encontro pessoas de todas as idades fazendo o mesmo. Sempre que "ultrapasso" alguém de mais idade penso que um dia alguém mais jovem também vai me "ultrapassar", quando a juventude se for e com ela, o vigor. Esse pensamento é inevitável.
Penso na falta que faz ter uma pessoa idosa em minha vida. Pe
nso também nas boas histórias que podem render horas agradáveis de conversa, na troca de experiências. Há tantos jovens que têm essa oportunidade e não aproveitam. Não procuram seus avós, não respeitam os mais velhos, enfim, não sabem o que estão perdendo. Vai chegar uma época na vida em que vão precisar de um conselho e da experiência de alguém que já passou por aquilo e não vão encontrar.
E o que dizer de filhos que deixam seus pais em casas de idosos? Asilos?

O passar do tempo não traz consigo somente as mudanças físicas. Não traz somente as rugas, os cabelos brancos... Imagino o que se passa na cabeça de pais que não são cuidados por
seus filhos, pois tornaram-se um "estorvo" devido a velhice e sinceramente não entendo como há filhos que consigam dormir tranquilamente sabendo que seus pais, lá onde estão, podem estar pensando: "Foi para isso que passei noites em claro quando eles eram crianças?" "Foi para isso que passei outras noites em claro esperando que chegassem em casa quando jovens? Toda a atenção e zelo dedicados foram para acabar aqui, assim? Longe da família, vivendo só de lembranças?"
Penso que provavelmente esses mesmo filhos que apenas "visitam" seus pais em asilos, vão querer que seus filhos estejam por perto quando a velhice c
hegar... Mas o que se planta, colhe... e os filhos sempre acabam aprendendo com as atitudes dos pais. E imitando... quem sabe...
"Já me disseram que cabelos brancos indicam sabedoria,
Bons c
onselhos,
Convivência,

Experiência.

Já me disseram que rugas são sinais do tempo,

Do riso e do choro,
Do sofrimento.

Já me disseram que um olhar perdido no horizonte

São apenas
lembranças,
Saudades,

Esperanças...
Se isso for verdade, quero todos os cabelos brancos que puder ter.
Todas as rugas e marcas do tempo. Quero deixar o olhar no horizonte, lembrar de tudo e afinal, saber que valeu a pena."


Foto de José Vargas


quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Mulheres"

Somos bombardeados diariamente pelos meios de comunicação com todo o tipo de produto possível. Chamo de produto tudo aquilo que vende ou deixa-se vender.
A mídia vende a imagem da mulher perfeita. A moda dita as regras de como o corpo deve ser. Cá entre nós... Os parâmetros de beleza que nos oferecem estão praticamente fora do alcance da maioria das mulheres. Essa maioria que tem que cuidar dos filhos, da casa, do trabalho e ainda achar tempo para cuidar de si...
Nos vendem a mulher objeto. A mulher que só tem quadril, ou que pelo menos só é lembrada pelo tamanho dele. A mulher que sai nua em revistas masculinas. Vendem a mulher Samambaia, Moranguinho, Melancia, Melão... (Até parece feira)! Apresentam-nos mulheres que são mais valorizadas pela exposição de seus corpos do que pela personalidade que têm.
Não é de se espantar que hoje as mulheres sejam vistas como objetos. Foram vulgarizadas e reduzidas apenas a "corpo". Dão entrevistas que chegam a doer os ouvidos. Nem é mais necessário ter talento musical e afinação para lançar-se no mercado como cantora! Está certo... Se o produto existe é porque há quem o consuma. Há quem goste. Sempre há.
Mas sejamos realistas: Não importa se é Mulher Samabaia ou Mulher Melancia, Melão ou Moranguinho (quanta criatividade nesses nomes hein?), ou uma "Mulher Dona de Casa". A lei da gravidade um dia alcança todas. Tudo cai, a beleza passa e o que permanece são algumas rugas aqui e ali e claro, as nossas atitudes.
Infelizmente, em uma sociedade onde a mulher ainda tenta alcançar seu próprio espaço, há mulheres que buscam o caminho mais fácil, mais rápido e consequentemente mais fugaz. Elas estão por aí, dando os seus exemplos. Que ninguém os siga!

Que consigamos enxergar por aí mais "Mulheres Donas de Casa", "Mulheres Atitudes", "Mulheres Mamães", pois são essas que realmente fazem a diferença!