sábado, 24 de outubro de 2009

Pequenas atitudes, grandes mudanças.

O homem, embora se considere grande, é ínfimo diante da fúria da natureza. É grande demais para destruí-la e fazer dela o que bem entende. Pequeno demais para arcar com as consequências de seus atos danosos. Age como se os recursos naturais fossem inesgotáveis, como se a natureza fosse reciclável e autolimpante. Inconsequente, esquece da boa e velha lei da física: “toda ação tem uma reação”.
Poluímos o ar com o interminável e desenfreado crescimento da frota de veículos, que libera todos os dias, toneladas de gases nocivos à camada de ozônio, mas não queremos o aquecimento global. Lançamos lixo nos rios e em lugares impróprios para tal fim, porém não queremos enchentes. Desperdiçamos a água potável, mas não queremos que ela acabe.
O homem é pequeno em atitudes, e menor ainda diante das consequências de seus atos. Mostra o que é, quando agindo sem pensar no futuro, destrói o próprio meio em que vive. Quando diante das adversidades impostas pela fúria da natureza, vê-se desamparado e aturdido. Pequeno. Nada mais. Pequeno diante da infinita capacidade autodestrutiva que possui.
Se toda ação tem uma reação, é hora de levarmos em conta nossos atos. Ora, se a reação tem sido furiosa, devastadora e implacável, há que se repensar quais atitudes estamos tomando. Desastres naturais, cada vez mais frequentes, têm vitimado vidas, patrimônios, histórias e futuros. Isso é reação.A ação mais acertada a ser tomada por cada um é a mudança. Essa sim, fará com que a reação, tanto do próximo quanto da natureza, seja positiva. Não agir e esperar que alguém reaja é contrário à física e à lógica. Façamos a nossa parte.

2 comentários:

Susi disse...

Confessa q tu aprendeu tdas essas dicas com a melhor técnica em meio ambiente do mundooooooooo! suahushuahsuhsuhs

Cris disse...

Sim, sim: Susimari Capellão!